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A Kiwi Education sempre reforça que um dos benefícios que oferecemos aos nossos estudantes é que por sermos representantes oficiais das Instituições de ensino na Nova Zelândia, o pagamento do estudante é feito diretamente para as Instituições de ensino, garantindo assim a segurança que 100% do dinheiro investido não passará pelas mãos de terceiros e que não será utilizado para nenhum outro fim!

A Thamirez encontrou a Kiwi Education quando estava passando por uma situação bem complicada, com o fato do sumiço de seu dinheiro com uma outra agência, porém nós conseguimos ajudá-la a não desistir e realizar o sonho do intercâmbio!

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” Minha saga de intercâmbio para a Nova Zelândia começou no início do ano de 2018, logo depois que me formei na faculdade.
Eu decidi ir para a NZ porque a minha irmã já vivia lá, então seria mais fácil e mais barato para passar alguns meses fora do Brasil estudando inglês.

Infelizmente, durante o ano de 2018, tive sérios problemas com uma agência de intercâmbio que acabou sumindo com o meu dinheiro e o de várias pessoas no Brasil. Fiquei bastante irritada com isso e sem saber como e quando eu teria a oportunidade de fazer o meu intercâmbio.

Durante o processo de encontrar formas legais (e sem agência de intercâmbio) de estudar na NZ, acabei encontrando a Kiwi Education no grupo de Brasileiros em Auckland, no Facebook.
Fizemos o primeiro contato por lá e depois começamos a trocar e-mails para saber qual escola de inglês melhor se encaixava no que eu queria e no que eu poderia investir.

Como eu já tinha dado a entrada no meu visto, com uma outra empresa antes de conhecer a Kiwi Education, acabei não usando esse tipo de serviço.
Mas, no mês que o meu visto tinha saído, tive um problema de saúde e precisei da ajuda do suporte da Kiwi Education para poder trocar o início das minhas aulas na WorldWide School.
Em todo o momento o time da Kiwi Education, foi muito solícito, sempre mandavam mensagem para saber como eu estava de saúde e torcia pela minha recuperação.

Nunca tinha viajado para fora do Brasil antes de ir para Auckland em março/2019.
E foi quando passei da área de imigração e vi aquela estátua ENORME em homenagem a trilogia de Senhor dos Aneis, que comecei a perceber que eu tinha finalmente saído do Brasil.
Isso sim que eu chamo de uma bela “Boas Vindas”! 

Quando as minhas aulas começaram, passei a pegar o metrô (AT HOP) e uma coisa que eu achei legal é que o metrô têm uma voz gravada em inglês e em Maori dizendo o nome da estação e que em algum momento algum funcionário pode solicitar o cartão do metrô para saber se a pessoa realmente fez o tag-on. Tá aí uma coisa que eu achei BEM curiosa na NZ: em estações pequenas, há alguns totens espalhados pra que as pessoas façam o tag-on e tag-off, com o cartão, quando entram e saem do metrô. A parte curiosa disso é que nenhum segurança fica de olho se as pessoas irão fazer o tag-on e tag-ff ou não. A honestidade aqui é outro nível!

Falando sobre o clima:
Esse ponto tem sido bem difícil para mim. Vindo do Nordeste, já imagina o sufoco, né?!
Mas tenho dado um jeito nisso: tenho usado pelo menos 2 casacos, o cabelo como cachecol e uma calça fina por baixo da calça jeans. Ainda assim continuo sentindo frio, mas “better this than nothing, right?” 

O centro de Auckland é incrível!
Eu, como fotógrafa, tenho vontade de fotografar TUDO!
E a Sky Tower? Linda de todos os ângulos e em qualquer horário!
Quer passar o tempo fazendo nada, mas se divertindo? Ande pela Queen Street!
Você vai encontrar tanta coisa lá e vai até querer comprar o que não precisa e o que não pode $$$, como na loja da Luis Vutton, Gucci… E acredite se quiser: todos os dias têm fila nessas lojas!

Falando na Queen Street, na minha primeira semana em Auckland, resolvi me aventurar SOZINHA nesse mundo dentro do centro de Auckland, quando marquei de conhecer pessoalmente a Adriana, responsável pelo suporte da Kiwi Education.
Resultado? Me perdi num grau que até hoje não sei direito em que lugar da Queen eu estava. Liguei para a Adriana na hora e ela foi me explicando onde estava até que, finalmente, nos encontramos! Rodamos pela Queen e ela foi me mostrando as ruas que “cortam” a Queen, os restaurantes/lanchonetes legais e baratos, o cassino… um monte de coisa! Nesse mesmo dia, ela me deu um adaptador de tomadas e uma pasta com alguns documentos. Como eu já havia comprado um chip de celular com a minha irmã, não precisei fazer isso com a Adriana e como ainda era a minha primeira semana, também não abri conta no banco.

Sobre a WorldWide School:
Tenho gostado bastante da escola, dos professores e do mix de nacionalidades que ela tem, apesar de ter muito coreano, chinês e japonês.
Cada dia da semana tem uma atividade diferente, mas já estabelecida. Na segunda tem o futebol, na terça tem touch rugby, quarta tem o pub night, quinta tem yoga e na sexta o aluno pode decidir entre ver filme na escola, participar de alguma atividade na escola ou participar de alguma atividade fora da escola como passeios.

Por causa dessas atividades, conheci e tenho jogado o “Touch Rugby”, que eu chamo carinhosamente de “Nutella Rugby” 🙂

A organização dos andares e salas às vezes é confuso, até para quem já estuda lá há um tempo.
Por exemplo, o prédio da escola tem 7 andares, porém o subsolo, o 1º e 4º andares não são utilizados pela escola. Então a biblioteca e algumas salas ficam no 2º andar. O 3º andar é onde fica a secretaria,  5º andar é onde ficam a maioria das salas e o 6º andar é onde fica a lanchonete e é onde todos os alunos se reúnem, durante o break e durante o almoço para assistir às apresentações dos alunos se formando (toda sexta-feira).

Sobre trabalho:
Antes de chegar na NZ, eu realmente tinha o objetivo de trabalhar com o intuito de melhorar ainda mais o inglês. Mas encontrei algumas dificuldades e não foi porque não encontrei trabalho, mas por causa da minha situação mesmo. Moro muito longe do centro, em Pukekohe, e passo mais de 1 hora dentro do mêtro para fazer o percurso casa-escola (centro). Outro problema é que eu passo por Papakura, que é um bairro considerado não muito seguro (ficou surpreso(a)?!). Por conta disso, trabalhar a noite (que é o turno que mais tem vagas) seria bem complicado para mim.
Eu até passei a procurar trabalho por aqui em Pukekohe mas conversando com a minha irmã, vi que eu acabaria pagando pra trabalhar. Como o meu objetivo maior sempre foi de melhorar o inglês, então acabei deixando o trabalho de lado pois já tinha guardado dinheiro na conta antes de chegar aqui.

Estou morando na Nova Zelândia há quase 4 meses e tem sido uma experiência INCRÍVEL! Sou muito grata a Deus e a minha família por terem me dado essa oportunidade única!
Esse intercâmbio tem me ajudado a crescer muito e, obviamente, a melhorar o meu inglês para poder achar um trabalho em outro país ou viajar para outros países sem aquele medo de me comunicar.

Muito obrigada também Kiwi Education, Stella e Adriana por terem me ajudado a realizar esse intercâmbio e por darem o suporte que precisamos!
Muito obrigada MESMO!

 

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Muito obrigada Thamirez por confiar na Kiwi Education!