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O governo também sinalizou para o setor educacional  não esperar mais estudantes internacionais até o final de 2020. Saiba mais.

 

 

A primeira-ministra Jacinda Ardern e o ministro da Educação, Chris Hipkins, anunciaram ontem (27) em coletiva de imprensa o lançamento de um plano estratégico de recuperação de longo prazo do setor educacional, apoiado por um investimento de $51,6 milhões.

“O governo está ciente dos desafios que o setor está enfrentando atualmente”, afirmou Chris Hipkins.

“Somos sensíveis ao impacto que a perda inesperada de receita terá sobre os provedores internacionais de educação e o investimento anunciado hoje ajudará a amortecer o golpe. (…) O setor de educação internacional da Nova Zelândia tem a oportunidade de se beneficiar da forte reputação internacional que conquistamos ao lidar com a crise do COVID-19″, ressaltou o ministro.

“A educação internacional contribuiu com quase $5 bilhões para nossa economia em 2018 … é por isso que hoje o governo está investindo $51,6 milhões no fundo de recuperação da Covid para ajudar a estabilizar o setor”, disse Ardern.

De acordo com a proposta, cerca de $20 milhões seriam investidos em escolas estaduais e integradas pelo estado, $10 milhões seriam destinados a estabelecimentos particulares de treinamento, incluindo escolas de inglês, e $10 milhões seriam investidos no desenvolvimento de novos produtos e serviços.

Além disso, o plano conta com o apoio ao projeto que permite alunos a começarem seus estudos em seu país de origem antes de virem para a Nova Zelândia para concluir seu programa.

O restante do financiamento será voltado para que os provedores continuem a prestar assistência aos estudantes internacionais que ainda moram na Nova Zelândia e em campanhas de marketing.

“Estamos olhando para as perspectivas desse setor no futuro, onde podemos gerenciá-las como parte da quarentena, mas isso não é algo que possamos fazer com segurança imediatamente”, concluiu Ardern.

 

Fronteiras permanecerão fechadas em 2020

Durante a coletiva, Hipkins ainda explicou que o governo está “buscando ativamente” meios de realizar a abertura das fronteiras para estudantes internacionais analisando sobre como trazer primeiro grupos de “baixo risco” de indivíduos.  O governo enalteceu que não subsidiaria o isolamento gerenciado de estudantes que entrariam no país.

“Não estamos dispostos a comprometer nossa resposta à saúde, escalando para algo que simplesmente não podemos fazer bem. Temos que garantir constantemente o equilíbrio de todas essas decisões e que nosso foco principal seja a saúde e a segurança da Nova Zelândia. E é assim que protegemos nossa economia”, explicou a ministra.

O governo deixou claro que as instituições de ensino neozelandesas não deverão contar com entrada de estudantes internacionais até o final do ano.

 

Apoio governamental ao marketing e promoção da educação internacional

Apesar de não haver mais ingresso de internacionais em 2020, o governo decidiu apoiar o setor com um financiamento de $3 milhões para atividades de marketing que visam manter a marca educacional da Nova Zelândia visível nos principais mercados enquanto as fronteiras estiverem fechadas.

 

Última atualização 28 de julho de 2020, 11:00 NZT

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